sexta-feira, 23 de junho de 2017

Maioria do STF confirma validade das delações da JBS e Fachin como relator

Agência Brasil
Com o voto do ministro Dias Toffoli, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) alcançou maioria de 6 votos a zero em favor da validade dos acordos de delação premiada da empresa JBS, homologados em maio pelo ministro Edson Fachin, bem como da manutenção dele como relator do caso. Restam os votos de cinco ministros. 
O plenário, em sua maioria, entendeu que a validade legal de qualquer acordo de delação premiada não pode ser revista, uma vez que tal legalidade for atestada pelo ministro relator, no caso, Edson Fachin.
Apesar da maioria formada com o voto do ministro Dias Toffoli, o plenário do Supremo prossegue na votação sobre a validade dos acordos de delação premiada da JBSMarcelo Camargo/Agência Brasil
Durante uma sessão tensa de debates, ficou entendido também que a competência para homologar os acordos cabe somente ao relator do caso, e não ao colegiado do STF, seja plenário ou uma das turmas.
No momento da homologação, os ministros concordaram que não cabe ao relator julgar se os termos do acordo de delação são justos ou não, mas somente analisar se as cláusulas estão de acordo com a lei e se o delator deu as declarações de forma voluntária, sem ser coagido.  
Fica a cargo do colegiado, plenário ou turma, analisar, posteriormente, a eficácia dos termos do acordo, ou seja, julgar se foram obtidos os resultados prometidos pelo delator, podendo-se assim, no momento da análise de mérito do caso, rever seus benefícios se as promessas não forem cumpridas.
Votaram nesse sentido o relator, Edson Fachin, e os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e Dias Toffoli. Restam os votos de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Celso de Mello e da presidente, Cármen Lúcia.
“A partir do momento em que o Estado homologue a colaboração premiada, atestando a sua validade, ela só poderá ser descumprida se o colaborador não honrar aquilo que se obrigou a fazer. Porque, do contrário, nós desmoralizaríamos o instituto da colaboração premiada e daríamos chancela para que o Estado pudesse se comportar de uma forma desleal, beneficiando-se das informações e não cumprido sua parte do ajustado”, disse Barroso. 
O julgamento foi motivado por questionamentos sobre a legalidade dos acordos da JBS feitos pela defesa do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, um dos citados nos depoimentos dos executivos da empresa.
A defesa de Azambuja contestou a remessa do processo a Fachin, alegando que os fatos narrados pelos delatores não têm relação com os crimes investigados na Lava Jato, e também a extensão dos benefícios concedidos aos delatores.
No acordo com os executivos da JBS, o Ministério Público Federal (MPF) se comprometeu a não apresentar denúncia contra os delatores, em troca de informações que efetivamente incriminem políticos envolvidos em casos de corrupção.
"Duvido piamente que o Ministério Público tenha feito um bom negócio penal", disse o ministro Marco Aurélio Mello, indicando que, ao votar, se posicionará de maneira diversa da maioria.

## ## ## - O GOVERNO DA INCOMPETÊNCIA E DO DESPREZO AO POVO. - ## ## ##

# # # - Pelo visto parece zona rural abandonada, pois não é, zona rural abandonada não, é na cidade de Baraúna a última pedra do bisaco, este prédio branco é a capela de São João Batista, localizada no loteamento Barbosa,  pois bem, a comissão da festa do padroeiro em nome da comunidade foi por varias vezes solicitar a prefeita, quatro luminárias para colocar no percurso entre a rua Inácio Reinaldo e a capela, o que lhes escrevo é a mais pura verdade, depois de muitas idas e vindas já sem esperança tendo como base a administração miserável e inerte, surgiu um fio de esperança, uma equipe da prefeitura chegou com um aparato de guerra para concertar uma lâmpada queimada, quando foi explicado ao aparato ficaram cientes que era colocar as luminárias, caiu a mascará sendo assim não temos o que fazer, vamos ao secretário que não tem autonomia para nada falo com conhecimento de causa, já sofri um ano vendo com tristeza o que faziam com o povo, era de cortar coração, a resposta era sempre, não poso, não podemos, vou ensinar Baraúna a não viver com um prato na mão na porta da prefeitura mendigando, e em nome da ética não podia dizer nada, é falta de ética vê meterem a mão no erário público mais dizer a verdade é falta de ética. pois bem como dizemos o prefeito de fato é mais fraco que caldo de cuscuz, não leva nem sal, quanto a prefeita dona Lúcia, tadinha não pode fazer nada, tipo Luciana, entrou e saiu sem tem o poder que lhe era por direito, não passou de uma marionete manipulada nas mãos habilidosas do ex tudo seu esposo. com licença da palavra Gilson professor... - # # #

## ## ## - FARMÁCIA BÁSICA UMA ENGANAÇÃO DO EX E ATUAL PREFEITO DE FATO, ALDIVON NASCIMENTO. - ## ## ##

# # # - Em varias oportunidades denunciei está farmácia da mentira, hoje fui a farmácia saber como estava a situação e ficou muito pior, nada de novo a frase costumeira usada pelos funcionários está sempre presente, não tem mais já foi pedido, chega sexta feira, neste caso só na próxima semana, arre é dose para elefante. estou na política desde 1979, mais nunca vi um governo com este índice de alta periculosidade como está sendo agora, o tratamento que é dado ao povo é uma verdadeira perversidade com os cidadãos do nosso município sem ter quem der uma palavra em favor do povo, (ATENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO, AJUDE A BARAÚNA, QUE  ESTÁ ENTREGUE AS BARATAS).  A câmara municipal está comprometida em nome da governabilidade Pai e mãe da corrupção e legalidade das fraudes cometidas por gestores que subtraem do erário público em desfavor do povo e em benefício próprio, neste nosso paíseco de nada, onde os ministros do S T F,  degladeiam-se entre eles uns defendem o direito outros em nome da constituição defendem os corruptos e quando isso acontece diminui a credibilidade da suprema corte diante da massa Brasileira, Baraúna é um caso a parte? manda quem pode obedece quem não tem dignidade, e respeito próprio, é revoltante saber que poucos ou muito poucos defendem a nossa terra nosso berço Natal, há mais exploradores do que defensores por nossa cidade administrada por forasteiro, sou Cristão e creio num destino, Baraúna foi fadada a um destino míope, pequeno, sem possibilidades, lutar é preciso quem vai nos defender de uma classe politica profissionalizada, gananciosa, egoísta, mecanizada, automática, sedenta dos bens do povo? digo isso com base na grande quantidade de processos de todos que passaram por esta edilidade, a sorte deles é que a nossa justiça é muito lenta, caminha a passos de tartaruga, tem processo que quase sempre prescreve, e não é julgado, tem processo por abuso do poder econômico, de improbidade, compra de votos, e outras coisitas mais, confesso, não suporto tanta hipocrisia, tanta mentira, cavalgando nas costa do capeta, como diz Rui Barbosa, o poder se agiganta nas mãos do mal, prevalecendo sobre o bem de um povo inteiro,  sinto vergonha pela nossa justiça, sinto vergonha enquanto a impunidade cresce, e a nossa justiça não tira a venda para vê quanto sofre os menos favorecidos, os pobres desta nação rica por natureza em mananciais, enquanto isso falta na justiça. Mas devemos crer que Deus estará no comando na hora que a justiça incorruptível de  Deus prevalecer, está é minha fé. - # # #     

Em depoimento, Dilma nega interferência de Lula em seu governo para aprovar MPs Da Agência Brasil A ex-presidenta Dilma Rousseff negou nesta quinta-feira (22) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha cometido tráfico de influência, durante o governo dela, nos episódios da compra dos caças suecos Gripen e na aprovação de medida provisória para beneficiar o setor automobilístico. Dilma foi arrolada como testemunha de defesa de Lula e prestou depoimento na tarde desta quinta (22), por vídeo-conferência, à Justiça Federal em Brasília, em processo originado a partir de investigações da Operação Zelotes. “O presidente Lula jamais interferiu em nenhuma atividade do meu governo. Ele tinha o maior respeito por mim. E, mesmo quando eu era da Casa Civil [ministra entre junho de 2005 e março de 2010], ele jamais se intrometeu em assuntos que eram da minha alçada”, disse Dilma. O ex-presidente e o filho dele, Luis Cláudio Lula da Silva, são investigados nessa ação e já foram denunciados pelo Ministério Público por tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. De acordo com o MPF, Lula teria atuado para garantir a compra de caças pela Força Aérea Brasileira (FAB) e na prorrogação de incentivos para a indústria automobilística na gestão Dilma. Durante 1 hora e 20 minutos de depoimento, Dilma respondeu às perguntas do MPF e do juiz Vallisney de Souza, da 10ª Vara da Justiça Federal, sobre sua participação no processo para editar e aprovar as normas que concederam incentivos fiscais a montadoras de veículos, especialmente a Medida Provisória (MP) 627/13. A medida tratava da tributação do lucro de empresas multinacionais brasileiras no exterior, em substituição ao chamado Regime Tributário de Transição. Segundo o MPF, tanto a montadora Caoa quanto a Odebrecht, agiram para influenciar o texto por terem negócios no exterior. Durante o processo de tramitação da MP no Congresso Nacional, foram inseridos vários “jabutis”, que são pontos estranhos ao texto original. Ao final, Dilma sancionou o texto com vários vetos. Entre eles, estava a ampliação do parcelamento de débitos tributários (o chamado de Refis da Crise), a anistia de multas para planos de saúde, a redefinição de regime de aeroportos e o dispositivo que isenta fabricantes de pneus produzidos na Zona Franca de Manaus de PIS/Pasep e Cofins. “Eles aproveitaram [para introduzir jabutis] e isso foi um dos problemas de atrito que eu tive com a minha base no Congresso. A gente tinha que impedir que ocorresse esses jabutis”, disse. A aprovação da MP 627 teria sido conduzida no Congresso Nacional pelo ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), relatores da matéria respectivamente na Câmara e no Senado. Segundo o MPF, Jucá teria recebido o pagamento de R$ 5 milhões como “contrapartida” pela aprovação do texto. No depoimento, Dilma afirmou que os vetos foram a pré-estreia das chamadas “pautas-bomba”, apelido dado pela imprensa a projetos votados no Congresso e que dificultavam a realização do ajuste fiscal pelo governo. “Foi tumultuada a minha relação com o senhor Eduardo Cunha e com o Romero Jucá e eu tinha que ter a capacidade de transitar nesse meio político”, disse. Questionada porque mesmo assim não vetou os benefícios para a indústria automobilística, Dilma disse que, após fazer uma análise técnica com integrantes do governo, chegou à conclusão de que a medida não teria impacto na arrecação e poderia ajudar na recuperação econômica. “Eu não vetei porque, na avaliação de todos nós, ele [incentivo] era o menos complicado e que podia até dar vantagens para o Brasil e para o governo porque daria vantagem à indústria automobilística, impactando outros setores como siderurgia, borracha, petróleo e gás, na comercialização de automóveis, entre outras”, disse. Caças Além de Dilma, foi ouvido Bengt Janér, representante no Brasil da Saab, empresa responsável pela fabricação dos caças Gripen. Também prestou depoimento Luiz Alberto dos Santos, que trabalhou na Casa Civil entre 2003 e 2014 no exame de matérias legislativas, à frente da subchefia de análise e acompanhamento de políticas governamentais, a quem compete a análise do mérito das matérias que serão levadas à decisão presidencial. Bengt Janér falou a respeito de sua relação com outros dois acusados, os lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni. Os dois, segundo o MPF, teriam atuado por meio de influência indevida na compra dos aviões. Eles teriam feito lobby para a Saab junto ao governo brasileiro. Para tanto, de acordo com a denúncia, Marcondes teria utilizado o ex-presidente Lula. Em troca, Marcondes fez pagamentos de R$ 2,5 milhões a um dos filhos do ex-presidente, o empresário Luís Cláudio Lula da Silva. Os repasses estão sob investigação e ambos negam a acusação. Questionado sobre o motivo de ter contratado Marcondes, Janér disse que foi pela proximidade dele com Lula. Segundo ele, a empresa estaria sendo "barrada" pelo Ministério da Defesa e precisava criar um canal de diálogo com o ex-presidente. “Ele dizia que tinha contato, mas influência é uma coisa dificil de se dizer. Ele tinha esse contato [com Lula] e, para nós, ele era a pessoa mais próxima que a gente poderia ter para passar a barreira do Ministério da Defesa", disse. "Mas nunca o vi sugerir algo ilegal, como pagamento de propina”, acrescentou. A transação, que custou U$ 5,4 bilhões pela aquisição de 36 novas aeronaves, foi fechada pelo governo brasileiro durante a gestão de Dilma, mas o processo já havia passado pelos governos de Lula e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A previsão é que os 36 caças Gripen NG sejam entregues à Força Aérea Brasileira entre 2019 e 2024.


Homem invisível! 


quinta-feira, 22 de junho de 2017

ALTEMAR DUTRA & NELSON GONÇALVES E ELES SUCESSOS

Larissa requer restaurante popular para bairro Belo Horizonte em Mossoró

Por considerar que o restaurante popular é uma política de segurança alimentar e nutricional de extrema importância para a população de menor poder aquisitivo, a deputada Larissa Rosado (PSB) solicitou do governo do Estado a instalação de uma unidade no bairro Belo Horizonte, na cidade de Mossoró, no Oeste do Estado.
“Embora Mossoró já conte com restaurantes populares, a cidade ainda não está totalmente assistida pelo programa. É importante a abertura de uma unidade naquele bairro em decorrência de sua alta concentração populacional” justifica a deputada Larissa.
Ela destacou o perfil de sua população, formada, majoritariamente, por trabalhadores formais e informais de baixa renda, desempregados, estudantes, aposentados e famílias em situação de risco de insegurança alimentar.

O peso político do PP em Caicó O Partido Progressista (PP) saiu das eleições 2016 fortalecido em Caicó. Elegeu o vice-prefeito Marcos do Manhoso e três vereadores. Se romper com o prefeito Batata (PSDB), como é esperado, vai gerar grande instabilidade política para a gestão, a qual já é má avaliada pelo povo caicoense.

Pires na categoriaNotas De novo! Através de Pregão Presencial, o prefeito Robson Batata Araujo do Município de Caicó, firmou novo contrato com a firma LUCIANO L. DA SILVA – ME, no valor de R$ 572.112,00, visando o fornecimento de material de consumo hospitalar para a Secretaria Municipal de Saúde.

MPF consegue manter a prisão de Henrique Alves e Eduardo Cunha Por maioria, a Primeira Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), no Recife, negou, nesta quinta-feira (22), os pedidos de habeas corpus feitos pelos ex-deputados federais Henrique Eduardo Lyra Alves e Eduardo Cosentino da Cunha. Ambos tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça Federal no Rio Grande do Norte, a pedido do MPF naquele estado. Para o MPF, há indícios de que Alves e Cunha praticaram, de forma continuada, os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão pela denegação dos habeas corpus acompanhou os pareceres da Procuradoria Regional da República da 5ª Região, órgão do Ministério Público Federal (MPF) que atua perante o Tribunal.

STF sinaliza que vai preservar delações da JBS O julgamento do recurso sobre a colaboração judicial dos executivos do Grupo JBS será retomado nesta quinta-feira (22). Não houve tempo para que os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal votassem nesta quarta (21). Ainda assim, considerando-se os dois votos já proferidos e as opiniões manifestadas durante o debate, pode-se supor que a Suprema Corte deve tomar, por maioria de votos, duas decisões: 1) O ministro Edson Fachin será mantido como relator do processo que envolve Michel Temer; 2) Todos os atos já praticados por Fachin, entre eles a homologação do acordo de delação da JBS, com todos os benefícios concedidos aos delatores, deve ser avalizado pelo plenário do STF. Ao votar, Edson Fachin declarou que cabe ao relator decidir sozinho sobre a homologação de acordos de delação. Sustentou que a lei atribui ao magistrado apenas a tarefa de verificar a regularidade formal dos acordos, certificando-se de que não há ilegalidades. “É no julgamento de mérito, por lei, que o Judiciário poderá analisar a extensão da delação e, por consequência, o benefício respectivo”, realçou o relator. “A legislação permite ao Judiciário, após a conclusão, avaliar se os termos da delação foram cumpridos e sua eficácia. Nesta Corte, então, a última palavra será sempre do plenário.” Por esse raciocínio, a imunidade penal concedida pela Procuradoria-Geral da República aos executivos da JBS, alvo de muitas críticas, só poderia ser questionada na fase de julgamento. Ainda assim, se ficasse constatado que os colaboradores mentiram ou sonegaram provas para a elucidação dos crimes. Depois de Fachin, votou o ministro Alexandre de Moraes, ex-ministro da Justiça de Temer. Ele seguiu o voto do relator. Ecoando Fachin, argumentou que o ato de homologar um acordo de colaboração é meramente processual. Repetiu que apenas no julgamento é possível aferir a veracidade da delação e sua efetiva contribuição para a elucidação dos delitos. Embora não tenham votado formalmente, três ministros se manifestaram durante a sessão. E deixaram no ar a impressão de que também votarão na mesma linha do relator. São eles: Celso de Mello, Luiz Fux e Marco Aurélio de Mello. A menos que algum ministro mude de ideia, parece improvável que o Supremo vire do avesso o processo em que Temer é investigado por corrupção, obstrução de Justiça e formação de organização criminosa. Um sexto ministro, Luiz Roberto Barroso, se manteve em silêncio. Mas sua posição é conhecida. Foi explicitada em entrevista. Ele também entende que acordos de delação, uma vez homologados, não são passíveis de revisão. Mantida essa posição, chega-se à maioria. Que deve ser adensada com o voto da ministra Rosa Weber. O procurador-geral da República Rodrigo Janot defendeu a relatoria de Fachin e os termos do acordo de colaboração da JBS. Disse que a revisão dos termos desse acordo representaria um golpe mortal nas investigações, inclusive naquelas relacionadas aos tráfico de drogas e ao terrorismo. Muito criticado por ter concedido o perdão judicial aos delatores, Janot expôs as suas razões: “O Ministério Público poderá deixar de oferecer denúncia se o colaborador não for líder de organização criminosa. Então, portanto, a previsão da não denúncia não pode ser aplicada ao líder de organização criminosa. E qual é aqui o salto triplo mortal de costas que se pretende fazer nesse caso? Sem nenhuma prova, sem nenhuma instrução, em nível de habeas corpus ou mandado de segurança ou questão de ordem, volto a dizer, sem nenhuma prova, partir-se para uma presunção absoluta que existe a organização nessa ou naquela extensão. Poderia o Ministério Público se valer de presunção para dizer que a organização existe? Existe nesse contexto e o líder é fulano ou sicJanot acrescentou que a delação da JBS teve valor inestimável, pois trouxe à luz crimes que ainda estavam em curso. “Os colaboradores da Justiça, nesse caso, entregaram autoridades públicas, altas autoridades públicas, cometendo crimes em curso. Os crimes estavam em curso, tanto é que alguns deles foram pilhados por ação controlada.” O procurador-geral indagou: “Como é que se pode recusar um acordo quando se tem conhecimento de crime em curso, sendo praticado em curso, por altas autoridades da República, porque a premiação seria alta, seria média, ou seria baixa? Teria condição o MP de dizer não quero, não vou apurar? Sem colaboração não há indicação do fato e não há indicação de prova. E vou permitir que essas autoridades continuem a cometer o crime porque a premiação não deve ser essa ou aquela?”.rano.”

## ## ## - SEM DÚVIDA, BRASILIA, AQUI A REPRESENTAÇÃO É MUITO MAIOR. - ## ## ##

Quadrilha! 


Partidos se unem por fundo público de financiamento de campanha: R$ 3,5 bi 


O Congresso deve aprovar antes do final de julho um pacote eleitoral que inclui a criação de um fundo de financiamento de campanhas com verbas do Tesouro Nacional. Coisa de R$ 3,5 bilhões para as eleições de 2018. Reunidos nesta quarta-feira, dirigentes de sete partidos políticos concordaram com a providência. São eles: PMDB, PSDB, DEM, PSB, PP, PR e PSD. Juntas, as siglas reúnem infantaria suficiente para aprovar a novidade.
Decidiu-se incluir no embrulho eleitoral uma proposta de emenda à Constituição que já foi aprovada no Senado e aguarda votação na Câmara. Prevê o fim das coligações nas eleições proporcionais. E institui a chamada cláusula de barreira, que condiciona o acesso ao tempo de tevê e à verba do Fundo Partidário ao desempenho dos partidos nas urnas.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

## ## ## - VERGONHA, VERGONHA, VERGONHA. - ## ## ##


UM GOVERNO QUE DURANTE
SETE ANOS E MEIO NÃO FOI  
CAPAZ DE RESOLVER UM PRO-
BLEMA TÃO PEQUENO NÃO PODE
SE ESPERAR NADA DELE, SÓ QUE
DESTA VEZ, VÃO TER QUE ENGOLI A QUALQUER PREÇO, DIZ ELES ATÉ O TALO. 

Sociedade dos que matam e dos que querem ver morrer Difícil definir o que é mais assustador: a onda de violência com números recordes de assassinatos ou a reação de uma sociedade carente de segurança e com sede de uma justiça deturpada. Diante de tudo isso, o Estado, defensor máximo do cidadão, se mostra tão indefeso quanto qualquer sujeito comum. Não consegue prover a segurança mínima e, diante do caos, acaba tomando medidas frágeis que comprometem ainda mais a pouca esperança por dias melhores. Com a premente necessidade de responder às pressões sociais, o Estado acaba utilizando como arma o embate, com pouco ou nenhum diálogo, eximindo, pois, a sua força humana – aqueles que são cidadãos de bem e que afetam sua conjuntura familiar na tentativa de promover a paz. Mas, quais são os inocentes e quais os culpados? Perante o caos, a dificuldade de discernir o correto do errado se torna mais evidente. Aqueles que apresentam uma vida cotidianamente correta começam a ecoar palavras de ódio, de morte, de vingança, de “justiça”. Aos olhos crus, desejamos, de logo, condenar pessoas que desejam a justiça pelas próprias mãos, a famosa máxima do “olho por olho, dente por dente”; contudo, como culpar um pai, por exemplo, que está desesperado com a sociedade que está posta aos seus filhos? Cabe julgamentos a uma pessoa que passa o mês trabalhando duro para ter um salário mínimo ao final do mês e essa quantia lhe ser usurpada da maneira mais vã? Toda moeda tem dois lados, duas versões, duas faces; mas, os ensinamentos cristãos nos dizem para dar a outra face e não, simplesmente, devolver o mal com o mal, pois do mal nenhum bem pode ser retirado. Pois bem, obviamente, aos olhos da lei e da justiça (dos homens), o errado é o fora da lei que está nas ruas. É ele que está gerando todo o pavor. Contudo, é neste momento de completa apreensão que a sociedade pode refletir sobre diversas situações que, talvez na pressa do dia a dia normal, acabem passando despercebidas: o Estado, na pessoa dos nossos representantes, está realmente desempenhando o seu papel? A segurança é uma problemática resultante da falta de educação, da saúde precária, esses setores estão tendo o respaldo necessário dos poderes públicos? Ou será que estamos apenas, ainda, votando por conveniência e fechando os olhos para os consequentes descasos? E, acima de tudo, que haja a reflexão pessoal: o quão bons somos para podermos julgar o nosso vizinho? Desejar a morte de um criminoso e/ou querer matá-lo não nos torna também criminosos? Que a paz seja cultivada com a paz e o bem com o bem, a nossa sociedade precisa disso, especialmente agora. (Brena Santos – Advogada)

Modelito de lata! 


# # # - ESTARÁ DO LADO ESQUERDO, LONGE DA VERDADE. - # # #

STF dirá ao país de que lado está na Lava Jato

O plenário do Supremo Tribunal Federal marcou para esta quarta-feira o julgamento de um recurso vital para o futuro da Lava Jato e de outras operações anticorrupção em curso no país. Os ministros da Corte decidirão se a delação premiada dos executivos do grupo JBS pode ou não ser revista. Dirão também se Edson Fachin, relator da Lava Jato, agiu corretamente ao homologar um acordo de colaboração judicial que os delatados sustentam não ter vinculação com o petrolão.
No fundo, o Supremo informará ao Brasil de que lado está no combate à roubalheira. Deve-se o sucesso do esforço que amedronta a oligarquia político-empresarial a três fatores: 1) o assalto aos cofres públicos passou a dar cadeia; 2) o pavor de ir em cana potencializou as delações; 3) as colaborações judiciais vitaminaram as investigações. Dependendo das decisões que tomar, o Supremo pode fortalecer o círculo virtuoso ou ressuscitar a roda da impunidade.
Na pior das hipóteses, o plenário do Supremo endossa a tese de que os crimes da JBS não têm nada a ver com a Petrobras e retiram o processo das mãos de Fachin, anulando os atos praticados por ele. Iriam para o beleléu as delações e todas as suas consequências. Michel Temer e Aécio Neves levantariam um brinde e a investigação recuaria à estaca zero.
Numa hipótese intermediária, a conexão com a Lava Jato é reconhecida e Fachin permanece na relatoria. Entretanto, a maioria dos seus colegas consagra o entendimento segundo o qual o plenário do Supremo pode, sim, rever acordos de delação. Sobretudo num caso como o da JBS, em que a Procuradoria-Geral da República concedeu a Joesley Batista e Cia. o prêmio máximo: a imunidade penal.
Se isso acontecer, delações que esperam na fila para acontecer, como a do ex-ministro petista Antonio Palocci e a do ex-presidente da OAS Leo Pinheiro, podem subir no telhado. Novos delatores talvez concluam que os negociadores da Procuradoria, enfraquecidos, não terão mais como assegurar o cumprimento dos termos dos acordos.
Numa terceira hipótese, aparentemente improvável, o Supremo dá uma banana para os investigados e prestigia a relatoria de Fachin. De quebra, avaliza as delações superpremiadas no pressuposto de que a emenda pioraria o soneto. Melhor apanhar os delatores na próxima esquina, quando vierem à luz os resultados da investigação sobre o uso da informação privilegiada da delação para lucrar nos mercados de câmbio e de ações.
Em maio de 2015, quando a Lava Jato tinha pouco mais de um ano, Emílio Odebrecht espetou no noticiário uma nora com o seguinte teor: ''A corrupção é problema grave e deve ser tratado com respeito à lei e aos princípios do Estado democrático de Direito, mas é fundamental que a energia da nação, particularmente das lideranças, das autoridades e dos meios de comunicação, seja canalizada para o debate do que precisamos fazer para mudar o país. Quem aqui vive quer olhar com otimismo para o futuro -que não podemos esquecer-, sem ficar digerindo o passado e o presente.''
Meses depois, a Odebrecht oferecia à força-tarefa da Lava Jato aquela que entraria para a história como delação do fim do mundo. O Apocalipse remexeu o passado e convulsionou o presente. Se transformar a delação da JBS em algo parecido com aquele que Romero Jucá chamava de “estancar a sangria”, o Supremo consolidará a vocação do Brasil para o papel de mais antigo país do futuro do mundo.

## ## ## - NESTA CIDADE TEM UMA GESTORA DE VERDADE, (POBRE BARAÚNA) . - ## ## ##

Postado às 09h38 Gerais Nenhum comentário Enviar por e-mail
Assim que assumiu a Prefeitura de Mossoró em janeiro último, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) determinou a Secretaria de Serviços Urbanos recuperar o sistema de iluminação pública da cidade, que estava completamente destruída.
Um dos focos principais eram as praças públicas, no centro da cidade e na periferia.
O trabalho foi iniciado com investimentos na troca e instalação de novas luminárias, priorizando as áreas mais afetadas.
Mas, por ação de vândalos – ou supostamente de pessoas deliberadas, as luminárias estão sendo quebradas, inclusive, nas praças do centro da cidade.
Ontem à noite, após mais uma ação da Prefeitura, a iluminação das praças voltou ao normal, conforme mostram as fotos do repórter fotográfico Carlos Costa:
                 Praça Rodolfo Fernandes, a chamada Praça do Pax, com toda a estrutura recuperada


Praça Vigário Antônio Joaquim, a Praça da Catedral, também está com nova iluminação
Praça da Independência teve todas as luminárias recuperadas

terça-feira, 20 de junho de 2017

# # # FOTO DO DIA, MISSA DE ONTEM CELEBRADA POR PADRE MILTON MUITO CONCORRIDA, A HOMENAGEM ONTEM FOI A FAMÍLIA MATIAS, O PROGENITOR, GALEGO DO CAIPIRA UMA HISTÓRIA DE LUTAR, UM BANDEIRANTE DESBRAVADOR DAS NOSSAS FLORESTA AINDA VIRGEM, OS FUNDADORES DA HOJE NOSSA CIDADE DE BARAÚNA, SÃO DIGNOS DO NOSSO RECONHECIMENTO E GRATIDÃO. - # # #


 # # # - A frente está limpa a parte lateral está com o lixo que eles mesmos produz, está é a realidade limpeza mesmo só na Av Jeronimo Rosado. - # # #
 # # # - Já denunciamos a pouco mais de um mês, nada mudou, é esta a situação dos que moram um pouco mais fora do centro, só que eles são contribuinte do mesmo jeito, mas pelo visto eles só são iguais na hora de votar, até quando vamos deixar que usurpem nossos direitos sem ter  quem nos defenda, pense muito, antes de vender seu voto. - # # #
 # # # - esta é aquela rua que sai na Amauri Ribeiro quase em frente ao posto de saúde nem na zona rural as pessoas aceitam mais esse tratamento, ao fazer está postagem me lembro de um sindicalista que uma vez disse, o governo faz de conta que me pagar eu faço conta que ensino, fiquei triste e nunca mais saiu da minha cabeça, saber o quanto somos enganados, esse tipo de profissional desmoraliza uma classe muita embora não julgamos um homem por todos, é assim o governo de Aldivon desde o primeiro momento de seus mandatos, ele nunca teve respeito por ninguém, age sempre de forma planejada maquiavelicamente falando não conhece a palavra solidariedade, no Pai e nosso ele só reza a parte que diz venha a nós, e ao vosso reino nada. mas tem a justiça de Deus que ele conhece muito bem, se diz evangélico. - # # #
 # # # - Aqui é o fim da avenida das palmeiras, mortas, qualquer lugar é ponto básico para depositar os entulhos a AV PARECE MAIS ROÇA COM COIVARA PARA QUEIMAR, Me diz se não é calculado, esse monte de lixo e entulho fica ai por mais de mês, acredito barateia os serviços da empresa coletora do lixo, meus irmãos Baraúna é uma cidade rica, basta acompanhar os discursos na época da campanha, numa certa vez o ex tudo, disse que a prefeitura tinha tanto dinheiro que dava para comprar avião, quando ganhou na justiça, a prefeitura empobreceu a ponto de passarem três anos sem fazer nada, mais fez o bastante para ajudar  com seu apoio a campanha atual prefeita, diz ele que por debaixo do pano, meu Pai tinha razão todo mundo viu, e ficou claro que nunca estiveram separados, separados, mais do povo, a quem eles exploram com muita competência, a prefeita do faz de conta como a outra que graças a Deus já passou. me lembro de uma frase que meu Pai dizia, cego é, quem não vê por uma cerca de vara, como diz o ditado farinha do mesmo saco, mofam juntos. - # # #


 # # # - Virou regra, acabou a exceção, isto é uma vergonha, # # # 



# # # - eu nasci em 1955, mais a parti dos anos 60, que acompanho o desenvolvimento da minha cidade desde que ela tinha umas 50 casas não foi difícil de acompanhar,  lutei tanto para vê meu município independente administrativamente de Mossoró, e conseguímos mas não tivemos ainda um homem integro decente para governar nossos destinos todos que passaram deixaram um legado de tristeza e danos irreparáveis a nosso povo, que como ovelhas sem pastor são vítima de confiar em lobos vorazes, mais enquanto a vida há esperança, se alguém ouvi falar em justiça digam que somos vítima dela de novo. - # # #

Robson Pires na categoriaNotas Lula: o maior sem-vergonha do país Em palestra ontem para cerca de 300 empresários hoje no Rio, João Doria criticou severamente o ex-presidente Lula. “Como o maior sem-vergonha do Brasil pode falar em moralidade?”. Durante seu discurso, Doria atacou duramente Lula e o PT, classificando de “desastre” os 13 anos de administração petista. Doria foi aplaudido de pé.

Impeachment do prefeito de Caicó?

Ganha força a hipótese do Impeachment de Batata após as críticas do vice-prefeito de Caicó.
Setores que defendiam o afastamento do prefeito ficaram satisfeitos, pois Marcos do Manhoso se mostrou preparado pra entrar na briga e com muita disposição para governar o município.
Falta apenas um fato jurídico-político que possa embasar o pedido de Impeachment que poderá tramitar na Câmara Municipal de Caicó!
Alguns comentam que as inúmeras dispensas de licitação sem justificativas plausíveis já seria o suficiente. Vamos esperar!

Crítica ao ‘Estado policial’ ignora o Estado vadio

Gilmar Mendes fez uma defesa involuntária da Lava Jato. Em palestra na capital pernambucana, o presidente do TSE e ministro do STF elogiou a operação criticando-a. Disse, por exemplo, o seguinte: ''É preciso colocar limites. Não podemos despencar para um modelo de Estado policial, como também não se pode cogitar de investigações feitas na calada da noite, arranjos, ações controladas que têm como alvo, muitas vezes, qualquer autoridade. Ou o próprio presidente da República…''.
Amigo e conselheiro jurídico de Michel Temer, Gilmar se referia às investigações que resultaram da delação de Joesley Batista. Entre elas a “ação controlada” que levou a Polícia Federal a filmar, na noite paulistana, o ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures recebendo a mala com propinas de R$ 500 mil da JBS. O exemplo escolhido por Gilmar é bom porque faz lembrar que as “investigações feitas na calada da noite” nasceram de perversões praticadas no escurinho do Jaburu.
Parafraseando Gilmar, seria lícito afirmar: ''É preciso colocar limites. Não podemos despencar para um modelo de Estado vadio, como também não se pode cogitar de audiências presidenciais concedidas a clepto-empresários na calada da noite, arranjos, ações descontroladas que têm como alvo o erário. Ou o próprio bolso do contribuinte brasileiro.''
Até bem pouco, o Brasil tinha a aparência de um país ficcional. Alguém já disse que parecia um conto de Pedro Álvares Cabral, com prefácio de Pero Vaz de Caminha. O que há de novo no enredo sobre o cotidiano desse estranho pedaço do mapa é que, pela primeira vez desde as caravelas, o braço policial do Estado investiga, encarcera e pune a oligarquia político-empresarial que se imaginava acima das leis.
A investigação comete excessos. Eles são sempre criticáveis e passíveis de correção. Entretanto, os alegados abusos são, até aqui, traques perto dos explosivos escândalos que trasnformaram a coisa pública nessa imensa cosa nostra que envergonha a República.

Amor tucano!

Lula diz não acreditar que será preso na Lava Jato

No dia em que sua defesa apresentará as alegações finais ao juiz Sérgio Moro, no caso do tríplex, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que “não acredita” que será preso pela Lava Jato. O petista reafirmou nesta terça-feira, 20, à rádio Tupi AM, a sua inocência e disse que “para ser preso no Brasil ou em qualquer país do mundo, a pessoa tem que ter cometido um crime”.
O ex-presidente chamou a peça de acusação feita pelo Ministério Público de “piada” e disse esperar que Moro “leia os autos do processo para que possa, definitivamente, anunciar ao Brasil a sua inocência”.
Ainda na entrevista, Lula chegou a dizer que já pediu que os procuradores da Lava Jato, responsáveis pela denúncia contra ele, “deveriam ser exonerados a bem do serviço público porque inventaram uma grande mentira”. O ex-presidente criticou, também, os meios de comunicação e disse que, junto com os procuradores, “não sabem como sair da mentira que contaram”.
PF diz que Temer é corrupto! E nada acontece!... 
Em relatório preliminar enviado ao Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal diz ter concluído que Michel Temer cometeu o crime de corrupção. Esqueça todo o resto. Pense apenas nisso. A acusação não partiu de nenhum congressista... 
A PF pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, mais alguns dias para concluir o inquérito sobre Temer e seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, o homem da mala. Na semana que vem.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

# # # - SILÊNCIO O LULA ESTÁ DORMINDO. - # # #


# # # - CHARGE DO DIA. - # # #



## ## ## - O QUE ERA EXERÇÃO VIROU REGRA, AI DOI. - ## ## ## ##


 # # # - FAÇAM DE CONTA QUE ESTAS RUAS SÃO A ZONA RURAL DE MOSSORÓ. # # #







# # # - Me fizeram uma pergunta, porque eu no grupo do eu sozinho continuava a denuncia a má administração do ex e prefeito de fato da cidade de Baraúna Aldivon Nascimento, eu respondi, enquanto eu vive e tiver lucidez não me faltará coragem e vontade de defender a minha terra Natal onde tive o privilégio de nascer, e tenho enes motivos para amá-la e defender-la, assim como outros que não fazem nada e exploram minha cidade, e não mudam para melhor, estes são estrangeiros, não tem compromisso com o nosso progresso nem com o nosso bem-estar, Dix Suit  Rosado já dizia quem não faz um pouco mais pela sua terra não o fará por terra de ninguém, o velho Alcaide falava com sabedoria, hó Baraúna, onde anda teu sentimento patriótico, somos Baraunenses natos na sua grande maioria, convidamos os que escolheram a nossa cidade para morar e constituir sua família, os que acreditaram no nosso potencial, e investem e não veem o quanto somos explorados pelo nossos governantes municipais que acreditam que Baraúna tem que viver mendigando os seus direitos constitucionais, tudo nessa cidade é precário desde os viriadores que colocaram seus nomes para o crivo do voto popular com planta forma de governo mentirosa promessas falsas e sabia que de ante mão, que não  poder cumprir, mesmo assim prometeram o que não iriam fazer, alguns viriadores, jogaram como quem joga caipira, na expectativa de um, levar cinco, uns três bateram na loteria sabem muito bem que se mantendo nesta posição de sustentabilidade do governo não terão outra chance nem sempre o povo se engana, mesmo assim seria bom ter respeito pelo povo, mas é querer demais que os vereadores deem-se as mãos para lutar a favor do povo que lhes pagam um salário altíssimo, se nos basearmos no trabalho que vocês vem realizando. Façam jus os seus ricos salários que recebem por mês para trabalharem doze horas por mês, três por semana, na ação parlamentar, e a produtividade legislativa se fazem não dão publicidade, e publicidade é imperativo para prestar contas aos patrões que lhe pagam esse digno salário, o povo, a quem você não dão nem satisfação. Lutar é preciso, e essa luta começa na mudança que devemos fazer a partir de cada um de nós. - # # #         
Postado às 08h42 política Nenhum comentário Enviar por e-mail
A semana vai ser agitada – de Brasília à “República de Curitiba”, com a mistura de política-justiça-polícia, que aliás, tem sido o “tempero” dos últimos tempos no andar de cima da vida pública do País.
Em Brasília, os cinco ministros da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidirão nesta terça-feira (20) o pedido de prisão do senador afastado Aécio Neves (PSDB).
O tucano foi flagrado recebendo propina dos donos da JBS e delatado pelo nocivo Joesley Batista. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão de Aécio. (Leia AQUI)
Em Curitiba, o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, poderá proferir sua sentença no processo em que o ex-presidente Lula (PT) é réu, a partir de quarta-feira (21).
Nesse processo Lula é acusado de ter recebido propina por conta de três contratos entre a empreiteira OAS e a Petrobras. Entre os favores recebido está um famoso tríplex no Guarujá-SP. (Leia AQUI).
No pedido de condenação, o Ministério Público Federal (MPF) apontou, com vasta documentação, depoimentos e fotos, que Lula cometeu os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O MPF pede condenação de Lula à prisão e o pagamento de multa no valor de R$ 87,6 milhões.
A semana também será difícil para o presidente Michel Temer (PMDB), enrolado na delação de Joesley Batista. O PGR poderá apresentar denúncia contra Temer até quinta-feira (22), com base na delação e nas novas declarações feitas pelo dono da Friboi, em que aponta Temer como “o chefe da quadrilha” (leia AQUI).